5 de setembro de 2012

Experiência com a Paralisia do Sono

3 comentários:

  1. Tenho PS há muitos anos. No começo, eram as básicas, no início do sono. Com o passar dos anos, e com o aumentar dos níveis de stress e ansiedade, tiveram início as no meio do sono. E, assim, são bem chatas, afinal vêm atreladas aos sonhos aflitivos. De tanto passar por isso, desenvolvi uma a capacidade de balbuciar palavras/gemidos. Então, quando tenho PSs, e mesmo que totalmente paralisado, emito esses chamados e me acordam. Já falei com médicos, e estes me receitaram antidepressivos. Não os tomei. No entanto, já tive uma crise de ansiedade por 2 anos, e me tratei com Sertralina. Bem, a PS me ocorre regularmente, de 3 em 3 dias ou, com sorte, apenas duas ou três vezes por mês. Não veja nada amedrontador, mas a sensação de abandono, solidão e aflição é sempre praxe, e isso me faz associar os episódios noturnos às minhas preocupações em vigília (justamente o medo da solidão, do abandono etc). De uns anos para cá, passei a me preocupar muito com o problema, o que só fez aumentar a frequência dos episódios, os situando justamente em meio aos sonhos. Bem, por tudo que já pesquisei e questionei com médicos, a PS, os pesadelos e os terrores noturnos não têm "cura". Não são prejudiciais, e tendem a acabar nas décadas mais avançadas da vida. E, sim, estão ligados às emoções mais íntimas da gente. Portanto, o jeito é aprender a lidar com isso e, sobretudo, conosco mesmo. É chato? É, mas acredito que também possa ajudar no autoconhecimento. Abraços a todos ;-)

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    1. Cara tem o lado bom na paralisia, da uma olhada no comentário que coloquei no post de "Frequência dos episódios de paralisia do sono" aqui no blog, postei hoje mesmo, esta como: "juliano buzzi27 de Fevereiro de 2013 à0 20:50"

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    2. Marcelo. Paralisia do sono é uw coisa terror noturno é outra e com perdão do trocadilho para de
      Tocar o terror nas pessoas que você não é psicólogo ok?

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